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1º Colóquio Internacional de Arquitetura, Teatro e Cultura
As inscrições são gratuitas e estão abertas no site: http://www.unirio.br/espacoteatral, no qual está disponível a ficha de inscrição. Outras informações pelo e-mail espacoteatral@unirio.br.
SERVIÇO:
1º COLÓQUIO INTERNACIONAL DE ARQUITETURA, TEATRO E CULTURA
Dias 25, 26 e 27 de agosto – de 9h às 19h
Locais: Sala Villa Lobos da Escola de Música (térreo) e Sala Audiovisual da Escola de Teatro (sala 401)
Endereço: Centro de Letras e Artes da UNIRIO (CLA) – Av. Pasteur, 436, fundos, Urca
Inscrições gratuitas pelo site http://www.unirio.br/espacoteatral.
PROGRAMAÇÃO:
25 DE AGOSTO – ARQUITETURA
9h – ABERTURA: Maria Tereza Serrano, Luciano Maia, José Da Costa, Lídia Kosovski, Angel Palomero, Evelyn Furquim Lima
9h30h – CONFERÊNCIA: Wolfgang Bock (Bauhaus Universität – Weimar)
COFFEE BREAK
11h – MESA REDONDA Arquitetura e Teatro
Lilian Fessler Vaz (UFRJ)
Lídia Kosovski (UNIRIO)
Cláudio Guilarduci (UEMG)
Ezio Bittencourt (UFMS)
Júlio César Sampaio (UFRRJ)
coord. Evelyn F.W. Lima
LUNCH TIME
14h – MESA REDONDA Espaço e Teatro
Gilson Motta (UFRJ)
Ana Teresa Jardim (UNIRIO)
Carlos Eduardo Silveira (CES/JF)
Niuxa Drago (UNIRIO)
Elizabeth Jacob (UES)
Ramon Aguiar (UNIRIO)
coord. José Dias
PALESTRAS
17h – Ronald Teixeira
18h – Moacir Chaves
19h - LANÇAMENTO do vídeo “A Vida é Dança no Cenário Carioca”, de Maria Inês Galvão
26 DE AGOSTO – TEATRO
9h30h – CONFERÊNCIA Conference: José Simões (Universidade de Coimbra)
COFFEE BREAK
11h – MESA REDONDA A Cidade como Palco
Round Table The City as a Stage
André Carreira (UDESC)
Narciso Telles (UFU)
Ricardo Brugger (UFRB)
Solange Caldeira (UFV)
Leonardo Mesentier (UFF/IPHAN)
coord. Adilson Florentino
LUNCH TIME
14h – COMUNICAÇÕES O Palco Clássico
Regilan Pereira
Diane Magalhães
Fernanda Rosemberg
Manoela Pereira
Edson Santiago
Luna Santos
coord. Angel Palomero
PALESTRAS
17h – Stephen Baumgärtel
18h – Barbara Heliodora
19h - LANÇAMENTO do livro “Arquitetura e Teatro: o edifício teatral de Andrea Palladio a Christian de Portzamparc”, de Evelyn Lima e Ricardo Brügger
27 DE AGOSTO – CULTURA
9h30h – CONFERÊNCIA Conference: Leslie Damasceno (Duke University)
COFFEE BREAK
11h – MESA REDONDA Cultura e Teatro
Round Table Culture and Theatre
Ana Carolina Paiva (UNIRIO)
Antônio Herculano (CRB)
Cássia Monteiro (UFOP)
Ana Paula Brasil (UNIRIO)
Sylvia Nehmer (UERJ/CRILUS)
coord. Elza Andrade
LUNCH TIME
14h – MESA REDONDA Os Clássicos e a Cultura
Round Table The Classics and the Culture
Tania Alice Feix (UNIRIO)
Walter Lima Torres (UFPR)
Walder de Souza (UNIRIO)
Estebán Celedón (UFAM)
Alberto Tibaji (UFSJ)
coord. Zeca Ligiero
PALESTRA Lecture
18h – Helio Eichbauer
19h - ESPETÁCULO TEATRAL “Sonhos de Uma Noite de Verão”, de Shakespeare. Dir, Leonardo Hinckel
Comissão Organizadora
Evelyn F. W. Lima
Cláudio Guilarduci
Niuxa Dias Drago
Cássia Maria Monteiro
Ana Paula Brasil
Diana Magalhães
Comissão Científica
Prof. Dr André Carreira (UDESC/CNPq)
Prof. Dr Angel Palomero (UNIRIO)
Profa. Dra Evelyn F. W. Lima (UNIRIO/CNPq/Faperj)
Profa. Dra Idelette Muzart (Paris Ouest-Nanterre)
Prof. José DaCosta (UNIRIO/CNPq)
Profa. Dra Lidia Kosovski (UNIRIO/Faperj)
Profa. Dra Lilian Fessler Vaz (PROURB/CNPq)
XIII Colóquio do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas
A programação inclui mesas-redondas, exibição de vídeos, performances e 58 comunicações de trabalhos dos alunos do PPGAC. Um dos destaques do evento é a presença de convidados de outras instituições, como a Profa. Dra. Maria Helena Serôdio (CET - Lisboa), uma das mais renomadas críticas teatrais da Europa, que ministra a palestra “Redefinição do feminino no teatro hoje”; a Profa. Dra. Meran da Costa Vargens (UFBA), que realiza a conferência-performance “A voz que escuta a cidade”; e o Prof. Dr. Luiz Fernando Ramos, Presidente da Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em Artes Cênicas (ABRACE), que participa da Mesa de Abertura.
Outras informações pelo telefone: (21) 2542-2565.
Mais informações:http://www.unirio.br/Conteudo/Noticias/Detalhes.aspx?idNoticia=2120
- ORQUESTRA DE BATERISTAS JORGE CASAGRANDE;
- ASSOCIAÇÃO DE CAPOEIRA PALMARES;
- DANÇA DE SALÃO SERGIO SANT'ANNA;
- MALABARES COM ARCANJO
- PÓ DE POESIA

Lembrando que a entrada é gratuita! Ínicio às 19h.
Realização:
- Centro Cultural Donana
- Nacional Kindo
LOCAL
CENTRO CULTURAL DONANA,
RUA AGUAPEI Nº 197, PIAM
BELFORD ROXO RJ
E mais...
Amanhã, 19/08, o Cineclube Beco do Rato exibirá "Queimado" de Igor Barradas e "Raffaello" de Eberson Martins . Começando os trabalhos ás 20hrs com o Receita de choro e lá pelas 23:30 inicio da exibição dos curtas .
O cineclube Beco do Rato fica na rua Morais e Vale , Paralela a rua da Lapa na altura do prédio da ACM.
Saudações a este grande mestre da cenografia brasileira
Além de passar pela TV Record, Tupi e Excelsior, ele foi diretor de arte da TV Globo e responsável por diversas aberturas de novelas, além de criar as aberturas, vinhetas e o cenário dos números musicais do “Fantástico” na década de 1970. Eles são considerados os primeiros videoclipes musicais produzidos no país.
No ano passado, del Nero lançou o livro "Máquina para os deuses: anotações de um cenógrafo e o discurso da cenografia", em que analisava as origens e a evolução da arte cenográfica."
Fonte: http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2010/07/cenografo-brasileiro-cyro-del-nero-morre-aos-78-anos.html
Um dos trabalhos de Cyro del Nero:


Del Nero em entrevista no programa do Jô Soares:
Anima Mundi 2010
É o Cine Digital!! Amanhã!!

A feira de Areia Branca e o Imaginário Popular
Eis o curta que fiz como parte da disciplina folclore brasileiro da UFRJ e do projeto de pesquisa de monitoria da disciplina Psicologia Aplicada às Artes Cênicas sob orientação da Profª Dtra Phrygia Arruda.
Este trabalho está voltado numa pesquisa de preservação de memória desta importante Feira do bairro de Areia Branca no município de Belford-Roxo, região da Baixada Fluminense do Rio de Janeiro. Buscando levantar a sua importância social no município inserido e preservando a memória da cidade e de sua diversidade cultural. Além da importância da Feira na vida social e psicológica dos frequentadores e vendedores; observando a relação do sujeito com seu mundo social e cultural.
Agradeço a equipe que me ajudou na gravação, edição do vídeo...
Ficha Técnica
Duração: 10min
Direção: Érika Nascimento
Câmera: Diego Jovanholi
Montagem: Josy Antunes
Fotografia Still: Claudiano Vasconcelos
Ilustradores do Jardim
Maratona Pré-Cinerock apresenta: Odisseia (10/07)
É isso mesmo!!! Cinerock 3 no Centro Cultural Donana!! Não percam!!
"O Sonho miraculoso da razão, o êxtase epifânico da dúvida. Odisseia: pra que serve isso? O que vem a ser? De onde é que vem isso?"
A próxima banda que vai esquentar os palcos do Centro Cultural Donana para o Cinerock 3(que acontecerá no próximo semestre), será a banda Odisseia. Esses 5 rapazes vêm gravando o seu primeiro disco chamado "Azul", e vão trazer uma ótima mistura de rock com mpb que com toda certeza vai ficar cravada na sua mente.

Vocal e violão:Dellucas
Guitarra: Sergio Santos
Teclados: DiogoVilla
Baixo: Guifferson
Bateria: Lucas Martiniano
Odisseia: http://palcomp3.com/ternura/
Cinerock: http://cinerock.com.br
Centro Cultural Donana
RUA AGUAPEI Nº 197, PIAM
BELFORD ROXO RJ
A Memória de uma Feira
Agradecendo a matéria feita por Josy Antunes para o blog de Cultura de Nova Iguaçu. E pela equipe (Claudiano Vasconcelos, Diego Jovanholi e Josy Antunes) que me ajudaram na gravação das entrevistas e nas fotografias.
Segue abaixo uma parte da matéria:
"Sob o Sol forte de uma manhã de domingo, mais um dia de tradição em Areia Branca, Belford Roxo, se firmava. Lonas se espalhavam pelo chão e por estruturas de madeira. Sobre elas, distribuíam-se as mais diversas mercadorias, numa forma de organização entre vendedores e frequentadores característica da mais popular feira da região. Compondo o cenário é possível distinguir peças para encanamento, fitas cassetes, aparelhos eletrodomésticos, discos de vinil, porcos, peixes vivos, peixes mortos, cachorros, celulares, objetos antigos, artigos medicinais, brinquedos, frutas, pastel e caldo de cana. “Até mulher se botar aí vende”, brinca Roberto dos Santos, tomando conta da venda do tio, que chamava atenção por conter uma original Lambreta preta. “Eu tenho 41 anos, essa feira deve ter uns 60. Aqui você encontra tudo o que você quiser, pode ter certeza”, garante, oferecendo à ofertas uma câmera analógica profissional que, segundo ele, fora presente de uma antiga patroa.
Em busca da diversidade e excentricidade encontradas no local, Érika Nascimento, que cursa o 8º período de Cenografia da Escola de Belas Artes da UFRJ, aponta a feira como lugar de memória dos habitantes do bairro, dos frequentadores e dos feirantes. O tema foi escolhido como base da pesquisa que há 6 meses vem desenvolvendo para a disciplina Psicologia Aplicada às Artes Cênicas, cuja orientação é a cargo da Profª Dtrª Phrygia Arruda. “Como a pesquisa da monitoria é sobre resgate de memória e educação patrimonial, a gente tá trabalhando sobre o resgate da feira de Areia Branca como identidade cultural pra Belford Roxo”, explica Érika, que foi liberada por um dia do estágio que realiza aos finais de semana no MAC – Museu de Arte Contemporânea, em Niterói – para execução da pesquisa de campo.
A primeira visita a feira, já com o intuito inicial da pesquisa, aconteceu ainda no ano passado, quando as primeiras fotografias foram feitas e mostradas à Dtrª Phrygia. “Ela achou legal eu continuar essa pesquisa sobre a minha cidade, que quase ninguém conhece”, conta a estudante – moradora do bairro vizinho, Heliópolis – acrescentando que parcos foram os registros encontrados, tanto em livros, quanto na internet, sobre a feira. Um dos registros, nada confiável, foi encontrado no site Desciclopédia – uma paródia do Wikipedia – e o outro no próprio Wiki, onde a descrição do ponto em Areia Branca de limitava a um parágrafo que mencionava a multiplicidade de seus produtos.
“O que me pegou de surpresa, que eu não sabia, é que a minha família foi uma das fundadoras da feira”, depõe Érika, sobre as descobertas feitas durante o processo de pesquisas no decorrer do semestre. “O meu avô, quando chegou no Rio de Janeiro, aqui em Belford Roxo, montou uma barraquinha na feira como uma fonte de renda. Junto com a minha madrinha e com os filhos dele, ele vendia banana, laranja... E a minha madrinha falou que fazia bordados e vendia aqui. Com o trabalho eu fui descobrindo essas coisas. Belford Roxo tem a sua cultura, tem o seu jeito de ser”. Após o passeio por toda a quase infindável feira, o estudo se mantém pelas mãos da moça. Além da exibição do filme e da integração com o Centro Cultural Donana, que pertence a sua família, Érika partirá para o trabalho envolvendo o imaginário infantil sobre a feira e a cidade. A primeira etapa, intitulada “A Feira de Areia Branca e o Imaginário Popular de Belford Roxo”, será apresentada por Érika, na UFRJ, na próxima segunda-feira."
Mais informações e continuação da matéria.
Fotos: Claudiano Vasconcelos e Josy Antunes
Revista do Patrimônio
Lá vocês vão encontrar uma série de revistas entre elas a primeira edição que foi em 1937.

Aí vai uma ótima dica de um maravilhoso livro de figurinos de um século de cinema hollywoodiano. Nele tem cróquis das roupas juntamente com as fotografias de cenas dos filmes. Este livro foi levado por um professor meu da faculdade da disciplina de Caracterização e agora já faz parte da minha listinha...rs
TÍTULO: DRESSED: A CENTURY OF HOLLYWOOD COSTUME IDIOMA: Inglês.ENCADERNAÇÃO: Capa dura Formato: 23,5 x 30,5 592 págs.
ANO EDIÇÃO: 2007
AUTOR: Deborah Nadoolman Landis
EDITORA: Collins Design
A reforma do Teatro Colón
Este é o teatro que possui a maior sala de ópera da América Latina e a primeira em qualidade acústica do planeta. A reinauguração ocorreu ontem, véspera da data nacional do 25 de maio, que neste ano marca o bicentenário da Revolução de Maio, início do processo de independência da Argentina.
As obras implicaram no trabalho de uma equipe de 1.500 pessoas que reformaram 60 mil metros quadrados do Colón. No total, o governo da cidade de Buenos Aires desembolsou US$ 90 milhões para realizar a maior reforma da História do teatro, que, em 102 anos de vida, só havia passado por duas reciclagens parciais.
Fonte
A música na era Google:Nostalgia, modernidade e vanguarda?

Muita coisa aconteceu nesses anos 2000 ou 00’s, tanto boas quanto ruins.Devo citar que deu no saco essa invasão Emo que tivemos,mas também tiveram coisas bem legais com o surgimento de bandas como Strokes, Arctic Monkeys e Bloc Party.Fora a invasão emo e indie o que mais tivemos?
A galera parece percebeu que “recordar é viver” e foram feitas centenas de festas “ploc” tocando Ultraje a Rigor, Blitz, Gang 90 e outros sons feitos com guitarras usando e abusando do chorus. Não sou contra os anos 80, mas isso vai gerando uma eterna nostalgia. Já estão criando festas tocando o melhor dos 90’s.Por falar em 90’s,acho que não surgiu mais nada que já não estivesse feito na música brasileira em termos de movimento,além do tal do Mangue bit(ou beat),é claro.Apesar de Fred Zero Quatro(Mundo Livre S.A.) dizer que o mangue bit é um movimento que não existe.Mas isso é assunto pra uma outra hora.
Nesses últimos tempos tem surgido uma galera regravando Noel Rosa, Adoniran Barbosa e etc. Reafirmando mais a nostalgia, que em alguns desses casos é de uma época em que não viveram.Um monte de mulher surgiu meio que do nada na MPB(Ana Cañas, Mariana Aydar, Roberta Sá, Maria Gadú...),com uma aura talvez de renovação.
O império Los Hermanos acabou sendo fragmentado nas dezenas de projetos do Rodrigo Amarante e no terrível disco solo do Marcelo Camelo, que ao vivo é acompanhado pela excelentíssima banda instrumental Hurtmold(bem paradoxal). Outro fato é que os Los Hermanos deixaram todo um legado que é copiado por muita bandinha indie atualmente. Isso é bom? Não cabe a mim responder.
Mas ainda resta uma esperança!E não é a volta de bandas como Queen e The Doors,mas é a galera que surge dos becos.No Brasil podemos citar artistas/bandas como:Kamau, Emicida, Macaco Bong, Móveis Coloniais de Acaju e Zander. Na gringa nem vou dizer, pois também existem milhares de artistas/bandas que estão fazendo coisa boa em seus home studio, de forma independente graças ao avanço tecnológico,a crise da indústria fonográfica e o que foi desenrolando a partir disso.
Basta apenas garimpar para achar algo realmente interessante na música atual,mas antes desligue a sua TV e vá para os blogs de música. Pois esses será o nosso futuro,ou não.
O CONTEXTO PARADOQUISAL DA SINTAXE DO COLETIVO UMANO
"Um vídeo experimental que vem dar significado a temas que pertubem o ser humano. Uma obra coletiva e festiva do CineRock, Centro Cultural Donana, Cine Goteira e Anti Cinema. Neste video procuramos mostar a ilusão e a causa experimental que risca o setimento do ser humano em sons discontinuos mas que fazem sentido com imagens que beiram o delirio do óbvio desconexo e arcaico contemporâneo." http://www.youtube.com/watch?v=On8EhT5bki4
Lembrando que esta obra-prima foi realizada ontem em 20 minutos durante o 1° Ciclo Boçal do CineGoteira.
Vik Muniz e Passione





